Clipping do dia 09/02/2010

fevereiro 9, 2010

Charge

fevereiro 9, 2010

Clipping do dia 08/02/2010

fevereiro 8, 2010


FICÇÃO

  1. O Símbolo Perdido, Dan Brown
  2. A Cabana, William Young
  3. Amanhecer, Stephenie Meyer
  4. Eclipse, Stephenie Meyer
  5. O Ladrão de Raios, Rick Riordan
  6. Crepúsculo, Stephenie Meyer
  7. Lua Nova, Stephenie Meyer
  8. Diários do Vampiro 1 – O Despertar, L.J. Smith
  9. A Senhora do Jogo, Sidney Sheldon e Tilly Bagshawe
  10. O Menino do Pijama Listrado, John Boyne

NÃO-FICÇÃO

  1. Comer, Rezar, Amar, Elizabeth Gilbert
  2. Mentes Perigosas, Ana Beatriz Barbosa Silva
  3. Uma Breve História do Mundo, Geoffrey Blainey
  4. Mais Você – 10 Anos, Ana Maria Braga
  5. Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, Leandro Narloch
  6. O Andar do Bêbado, Leonard Mlodinow
  7. Honoráveis Bandidos, Palmério Dória
  8. De Malas Prontas, Danuza Leão
  9. Nunca Antes na História Deste País, Marcelo Tas
  10. 1808, Laurentino Gomes

Fonte: Revista Veja

Na minha cidade foi criado um projeto chamado “Biblioteca do Povo”, no qual pessoas doam livros que ficam expostos em prateleiras em determinados pontos da cidade. Para pegar um livro emprestado, basta pegar, sem preencher qualquer tipo de ficha nem apresentar documento. Uma idéia muito bacana, pois acaba com a burocracia de preenchimento de fichas em bibliotecas públicas e coloca a cultura mais perto do povo.

Mês passado, resolvi doar cerca de 60 revistas SuperInteressante e Aventuras na História para a tal biblioteca, na esperança de poder levar cultura às pessoas. Coloquei a pilha de revistas numa prateleira instalada num açougue perto de minha casa, contente por estar colaborando com o enriquecimento cultural de alguém. Nas prateleira haviam apenas livros didáticos antigos e revistas semanais de anos passados, então imaginei que a minha doação poderia ajudar um pouco.

Todavia, passando na frente do açougue na manhã seguinte, notei que não havia mais nenhuma revista na prateleira! Conversando com uma funcionária do açougue, que por acaso é minha amiga, perguntei o que havia ocorrido com todas as revistas que eu havia doado. Ela respondeu que existiam pessoas que simplesmente pegavam todos os livros/revistas interessantes de uma só vez e não devolviam!

O que acontecerá de agora em diante? Não doarei mais revistas para a biblioteca do povo e acabarei dando-as para algum amigo ou vizinho. Assim, graças a uma atitude estúpida de alguém, em vez de estar ajudando centenas de pessoas, estarei oferecendo cultura para meia-dúzia, no máximo.

Nós, brasileiros, precisamos urgentemente parar com esta mania de querer levar a melhor sobre todos!

Clipping do dia 05/02/2010

fevereiro 5, 2010

Cabide de confiança

fevereiro 5, 2010

A proliferação de cargos comissionados é uma faceta do aparelhamento do Estado patrocinado pelo governo federal

A MULTIPLICAÇÃO do número de cargos comissionados na esfera federal é sintoma de um antigo mal que a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva só faz agravar -o uso de funções públicas para alojar apaniguados e acomodar interesses políticos.
A média mensal de abertura dessas vagas, que era de 23,8 no primeiro mandato, saltou para 54 a partir de 2007. De acordo com números levantados pelo Ministério do Planejamento, Lula herdou de seu antecessor 19.943 postos de livre nomeação, e elevou-os a cerca de 23 mil.
Por mais que o ministério pretenda atribuir esta proliferação às “reorganizações internas” e à “criação de estruturas para suporte à expansão ou redirecionamento de atividades em diversos setores”, o palavrório não oculta a escalada governista no aparelhamento da máquina pública.
Não é de estranhar o fato de as sinecuras mais cobiçadas serem reservadas principalmente a sindicalistas e militantes do PT -a casta lulista que se reproduz à sombra do Estado.
Os problemas não residem apenas nas funções comissionadas. Vão muito além. É a própria gestão das contas públicas que se deteriora. As despesas do governo federal disparam e ganham caráter duradouro, de difícil reversão, ao se concentrarem no funcionalismo.
É verdade que o setor público poderia ser melhor equipado e que há áreas com deficiências de recursos humanos -mas o que se assiste nada tem a ver com a gestão criteriosa das necessidades governamentais. É o apetite político que comanda a irracionalidade das despesas.
A contribuição dada pela fórmula do economista John Maynard Keynes (aumento do gasto público) para afastar a recessão no ano passado parece ser interpretada nas fileiras lulistas como um salvo-conduto para a gastança e o estatismo. Mais ainda ao saber que neste ano eleitoral haverá elevação de receitas ocasionada pelo previsto aquecimento econômico.
O Brasil não precisa nem de Estado mínimo, nem de Estado máximo. Precisa de Estado eficiente, capaz de gerir com zelo e eficácia o dinheiro arrecadado da sociedade para fornecer serviços de qualidade e promover investimentos. Ao contrário disso, observa-se a administração perdulária dos recursos públicos num quadro de sufocante carga tributária, infraestrutura deficiente e dramáticas carências em áreas cruciais como saúde, educação e segurança pública.

Editorial do jornal Folha de São Paulo de 02/02/2010

Charge

fevereiro 5, 2010

Clipping do dia 04/02/2010

fevereiro 4, 2010