Frase
janeiro 4th, 2010 § Deixe um comentário
Clipping do dia 04/01/2010
janeiro 4th, 2010 § Deixe um comentário

Economia
Venezuela inicia ano com racionamento de energia
Recuperação do nível de emprego ainda é dúvida
Número de miseráveis deve cair pela metade até 2015, aponta FGV
Brasil
Sogra, mulher e filhos de Arruda compram R$ 1,3 milhão em imóveis
Hélio Costa pode ser vice na chapa de Dilma Rousseff
Veja os principais fatos ocorridos na política em 2009
Mundo
China alerta para novo surto de gripe suína em feriado
Embaixadas dos EUA e da Grã-Bretanha no Iêmen seguem fechadas
EUA ampliam controle de viajantes procedentes de 14 países
Ciência
Dormir cedo protege adolescentes da depressão, diz estudo
Para salvar o planeta, salvem os oceanos
Cientistas americanos conseguem juntar água e óleo
Tecnologia
Diretor da Microsoft fala das tecnologias do futuro que já são testadas
Tablet da Apple parece um iPhone maior com webcam
CES 2010: Esquentando os tamborins
Esporte
Cruzeiro 2010 mostra a cara nesta segunda-feira
Galo inicia a temporada com poucas novidades
Piloto alemão abandona Dakar após atropelamento com morte
Arte, lazer e cultura
Bono defende luta contra download ilegal de músicas e filmes
Dan Brown explica símbolo da maçonaria na nota de dólar
Porco-espinho é novo personagem de ‘Toy Story 3′
Dica de livro: “A Busca do Graal”
janeiro 3rd, 2010 § Deixe um comentário
Autor: Bernard Cornwell
Gênero: Ficção histórica
Ano de lançamento: 2003
A Busca do Graal é uma trilogia escrita pelo inglês Bernard Cornwell, sobre a guerra dos cem anos entre Inglaterra e França. Seu protagonista é um arqueiro chamado Thomas de Hookton, que cai na trilha do lendário Santo Graal e busca vingança pelo assassinato de seu pai. Apesar de não ser tão intenso quanto “As Crônicas de Artur”, a trilogia do Graal – constituída pelos livros “O Arqueiro”, “O Andarilho” e “O Hérege” - mostra Cornwell em excelente forma, com suas sempre bem narradas batalhas. Imperdível.
O ano político
janeiro 3rd, 2010 § Deixe um comentário
Paralisia decisória, clima de acomodação e descrédito alteraram, em 2009, o equilíbrio dos Poderes republicanos
O CÍRCULO vicioso do escândalo, do esquecimento e da impunidade marcou, sem que haja nisso maior ineditismo, o ano político de 2009.
Dos abusos cometidos pelos deputados federais nos gastos das verbas indenizatórias aos vídeos protagonizados pelo governador José Roberto Arruda (DEM-DF) e seus apoiadores, passando pela série de denúncias envolvendo o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), acumularam-se casos que, se tomados individualmente, poderiam por si sós derrubar do poder seus protagonistas. Todos restaram incólumes, entretanto.
Sente-se, é claro, que estas linhas poderiam ter sido idênticas em qualquer ano do passado recente. O que se consolidou em 2009 foi a percepção de que uma verdadeira tecnologia de malversação dos recursos públicos ramificou-se por todos os níveis administrativos do país e pelo conjunto das agremiações partidárias, não importando a ideologia que professem.
Resulta disso uma espécie de “neutralização” do potencial político de qualquer escândalo -de que são sintoma, talvez, os últimos números da pesquisa Datafolha sobre o desempenho dos parlamentares. A reprovação é intensa (40% dos eleitores brasileiros consideram “ruim” ou “péssima” a atuação de seus representantes no Congresso), mas não difere demasiado da registrada dois anos atrás, quando chegou a 45%.
Todavia, não é apenas devido à rotinização dos escândalos que a vida política em 2009, ao menos em seu sentido institucional mais estrito, estagnou-se de modo desalentador.
Ainda que se contabilize, em comparação com anos anteriores, um relativo crescimento no número de projetos de lei de iniciativa do Congresso, foi baixa a sua capacidade de responder às demandas da sociedade.
O mundo das decisões políticas, entretanto, não se paralisa -e é assim que as decisões tomadas pelo Judiciário ganharam relevância talvez inédita no país, mostrando-se por vezes mais polêmicas e dramáticas do que as do sistema partidário e político tradicional.
Do destino de governadores eleitos às reservas indígenas de Roraima, recaíram sobre os ministros do Supremo deliberações complexas, às quais se entregaram com envolvimento e mesmo passionalidade exacerbada.
Em qualquer país, uma corte constitucional está naturalmente dedicada a resolver dilemas de extrema relevância. Mas o equilíbrio dos Poderes pendeu de tal forma para o Judiciário, que sem dúvida se empolou -como no caso inaceitável da manutenção da censura à imprensa- o império arbitral dos membros do Supremo, com seu cortejo de contradições e vaidades demasiado humanas.
É como se, em 2009, a política só tivesse conseguido sobreviver à erosão institucional projetando-se em arenas não ainda tomadas pelo descrédito. Continuou a fazer-se, mas deslocada do seu centro parlamentar. E, mais do que nunca, ao arrepio da opinião pública.
Editorial da Folha de São Paulo de 31/12/2009
Como o cinema nos engana
janeiro 1st, 2010 § Deixe um comentário
O QUE ACONTECE NO CINEMA
O QUE ACONTECE NA VIDA REAL
Jovem cientista é enviado a uma pequena cidade no interior do Nepal com o objetivo de pesquisar uma nova espécie de sêmen bovino que foi encontrado numa fazenda local. Na cidade, se hospeda num hotel de quinta categoria infestado por pernilongos, que é gerenciado por uma sapatão que vive querendo traçá-lo. A única coisa que o jovem consegue comer é uma vaca que ficava dando bobeira no curral. Para terminar, o cientista descobre que o esperma provém de um Tiranossauro Rex, mas é soterrado por uma avalanche que atinge a pensão.Poema: “Justificando-me”
janeiro 1st, 2010 § Deixe um comentário

Esmaguei todas as tuas esperanças porque não possuo mais as minhas
Estraguei todos os teus sonhos porque não mais consigo dormir
Descolori teu sorriso porque minha vida tornou-se cinza
Enterrei teu amor porque meu coração não conseguiu controlá-lo
Não me pergunte porque estou me justificando
Tapei meus olhos porque não suportava mais te ver
Esqueci de mim mesmo porque não conseguia esquecer-te
Silenciei minha solitária voz porque não conseguia ouvir a tua
Amarrei minhas mãos porque não era capaz de adormecê-las
Não me pergunte porque estou me justificando
Todas as respostas se foram
Todas as razões desapareceram
Dispersas dentro de mim
Escondidas em ti
Perdidas entre nós
©2005 Eduardo Magela Rodrigues

