Clipping do dia 30/08/2010
agosto 30th, 2010 § Deixe um comentário
Economia
- Definição sobre a poupança vai levar mais alguns meses
- Custo do capital de giro prejudica indústria brasileira
- Lula descumpre meta de abrir economia
Brasil
- Antonio Anastasia cresce e cola em Hélio Costa, segundo EM Data
- Marina cobra Mantega sobre vazamento de dados da Receita
- Quebra de sigilo é fruto de ‘banditismo’, diz Gilmar Mendes
Mundo
- Rabino israelense diz que palestinos e seu líder deveriam morrer
- Nível das águas começa a baixar; doenças e fome são atuais ameaças ao Paquistão
- Obama diz não se preocupar com rumores de que é muçulmano
Ciência
- Inflamação no cérebro pode acarretar obesidade e diabetes tipo 2
- Manchas solares podem mudar duração dos dias terrestres
- Estudos sugerem que sonhar torna a pessoa mais esperta e criativa
Tecnologia
- Especialistas questionam plano de banda larga
- Arquivo de música livre
- Truques e códigos para o seu celular
Esporte
- Atlético leva virada e deixa escapar chance de sair da zona de degola
- No fim da rodada, Cruzeiro se mantém no ‘G-6′
- Hamilton vence, supera Webber e assume a liderança
Arte, lazer e cultura
Delinquência estatal
agosto 30th, 2010 § Deixe um comentário

Sabe-se, desde ontem, que Eduardo Jorge Caldas Pereira, vice-presidente do PSDB, não foi a única vítima da ação criminosa de funcionários da Receita Federal. Além dele, tiveram os seus sigilos fiscais violados três outros nomes ligados ao PSDB: Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-ministro do governo Fernando Henrique Cardoso; Ricardo Sérgio, ex-diretor da Previ; e Gregorio Marin Preciado, parente do candidato tucano à Presidência, José Serra.
O caso, que já era grave, assume agora contornos escandalosos. Conforme a Folha noticiou em junho, os dados fiscais do dirigente do PSDB constavam de dossiê confeccionado pelo “grupo de inteligência” da campanha presidencial de Dilma Rousseff.
Caracteriza-se, agora de maneira cristalina, uma operação ilegal urdida no interior do organismo estatal com a intenção inequívoca de atingir José Serra, de quem todas as figuras envolvidas são ou foram próximas.
Consta que as informações do Imposto de Renda dos tucanos foram acessadas, sem nenhuma motivação profissional, nos terminais de agentes do fisco de Mauá (SP), local onde foram feitas as cópias das declarações de EJ.
Estamos diante de um caso exemplar de “aparelhamento do Estado”, expressão que, de tão rotinizada, perdera o impacto que o novo escândalo lhe restitui. Mais do que a simples ocupação fisiológica da máquina, o que se tem neste didático episódio de aparelhamento são servidores públicos delinquindo no exercício de suas funções em benefício do partido.
Não se trata de ocorrência isolada. Não estamos diante de um deslize, mas de um método.
Recorde-se o grupo de petistas flagrados em 2006, num hotel em São Paulo, com uma montanha de dinheiro de origem equívoca ao que tudo indica destinado a comprar dossiê contra o mesmo Serra, então candidato ao governo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva os batizou à época como “aloprados”. Sob a aparência de reprimenda, é uma maneira de tratá-los como inimputáveis. O apelido já traduz algo da temerária leviandade com que o chefe do Executivo tem relevado atos de delinquência praticados por servidores e militantes, cada vez menos discerníveis uns dos outros.
O escândalo agora em tela guarda óbvia semelhança com a violação do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa, o episódio talvez mais simbólico do atropelo das garantias individuais por agentes graduados de um Estado posto a serviço de seus membros.
A sucessão desses acontecimentos se beneficia do ambiente de impunidade que este governo desde o início cultivou para os seus apaniguados -e que só fez aumentar, à sombra da popularidade asiática do presidente.
A aclamação de Lula e da candidata que inventou para lhe suceder não pode tornar cidadãos (ontem o caseiro, hoje os adversários, amanhã quem?) reféns da sanha de um Estado desvirtuado por interesses particulares. Se dependesse de alguns setores que compõem o atual grupo dominante, não há dúvida de que o país caminharia na direção de um regime de vigilância policial.
Editorial da Folha de São Paulo de 26/08/2010
Dica de software: “SyncToy”
agosto 27th, 2010 § Deixe um comentário
Se você trabalha com os mesmos em diversos computadores, ou precisa manter pastas sincronizadas em hds externos ou pendrives, o SyncToy talvez seja o programa ideal para você. Ele permite que você sincronize os arquivos ou faça cópias de uma pasta em outro dispositivo. O interessante é que o SyncToy pode copiar apenas os arquivos modificados desde a última sincronização, economizando tempo e recursos.
Clipping do dia 27/08/2010
agosto 27th, 2010 § Deixe um comentário
Economia
- Caixa pode fazer capitalização para manter ritmo de expansão do crédito
- Caixa já atingiu R$ 44 bi no crédito imobiliário em 2010
- Bancos poderão elevar reservas para perdas com revisão da poupança
Brasil
- Supremo libera humor com candidatos em emissoras de rádio e televisão
- Fernando Rodrigues: Quebra de sigilo de tucanos mostra ‘crise de valores’
- Hélio Costa se mantém na liderança e Anastasia cresce 12 pontos, diz Datafolha
Mundo
- Taleban sinaliza ataque contra estrangeiros que levam ajuda ao Paquistão
- Premiê israelense forma equipe de negociadores para processo de paz
- Novas inundações deixam mais 1 milhão desabrigados no Paquistão
Ciência
- 60% dos fumantes com câncer não conseguem abandonar o cigarro
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- Baixa atividade solar faz camada da atmosfera encolher
Tecnologia
- Medo de arriscar barra sucesso de pequenas empresas de tecnologia no Brasil
- Governo quer reduzir imposto de modem 3G
- Que tal testar o visual antes se se arriscar na cadeira do cabeleireiro?
Esporte
- Para Luxemburgo, empate não foi ruim: ‘A posição na tabela é que incomoda’
- Cruzeiro quer acabar com longa invencibilidade do Vasco no Brasileirão
- Burocracia tira Daiane do Mundial e ginasta opera de novo
Arte, lazer e cultura
Circo do horrores
agosto 27th, 2010 § Deixe um comentário
A propaganda dos candidatos a deputado federal de São Paulo, o Estado mais rico e com o maior eleitorado do país, virou um circo dos horrores. Impossível sair da TV sem a sensação de que o Congresso está virando galhofa e um ímã para galhofeiros.
Os candidatos com partido e representatividade são engolidos por falsos palhaços, personagens patéticos, moças inescrupulosas, famosos empurrando parentes, atletas surfando na glória efêmera.
Desde o costureiro Ronaldo Esper, tão surpreendente quanto o seu PTC, seus óculos escuros e a roupa chocante, até o cantor Agnaldo Timóteo, tentando seduzir os órfãos do estilista Clodovil. E a tal “Mulher Pera”, coitadinha, achando-se sexy e com um discurso descabido: “Jovem vota em jovem”. Que jovem, que tipo de jovem?
Raul Gil “tira o chapéu” para o seu filho, e Mara Maravilha pede voto para seu “esposo”, o “servo de Deus” fulano de tal. O boxeador Maguila fala manso, e o craque Marcelinho Carioca quer trocar o gramado pelo Salão Verde da Câmara, para “jogar com você no mesmo time”.
Enéas continua vivo, vivíssimo, na campanha: Luciano Enéas usa a mesma barba, os mesmos óculos e o mesmo tom, Luciana Costa promete “combate à droga e à pedofilia” e encerra grotescamente sua fala: “Meu nome é Luciana”. Poderia ser um programa de humor, mas precisa ser levado a sério.
E já se dá de barato que o Tiririca, com sua peruca loura, sua fantasia ridícula e seu discurso desconexo, está com vaga garantida nessa “renovação” dos 513 deputados e de dois terços dos 81 senadores. É o Congresso indo ladeira abaixo, fraco, desacreditado. Aliás, onde foram parar as CPIs?
Pior do que isso, só a eleição dos candidatos ficha sujíssima, como Joaquim Roriz, que governou quatro vezes o DF. A Justiça impugnou a candidatura, mas a candidatura impugnada vai vencer. Pode? Pode.
ELIANE CANTANHÊDE, para o jornal Folha de São Paulo de 24/08/2010
Clipping do dia 26/08/2010
agosto 26th, 2010 § Deixe um comentário
Economia
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Brasil
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Mundo
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Ciência
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Esporte
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Arte, lazer e cultura
Expresso Tiririca
agosto 26th, 2010 § Deixe um comentário
Se a política é uma palhaçada, vote no palhaço. Resumida a seu cerne, é essa a mensagem em torno da qual Tiririca faz sua campanha para deputado federal pelo PR de São Paulo. O Congresso seria um circo, e o “abestado” pede seu espaço no picadeiro.
“O que é que faz um deputado federal?”, pergunta o humorista. E responde: “Na realidade eu não sei, mas vota em mim que eu te conto”. Seu bordão mais famoso diz: “Vote no Tiririca, pior do que tá não fica”. Tornou-se um sucesso instantâneo.
Ao fazer da desmoralização da política uma bandeira, razão e causa da sua candidatura (disposta a “avacalhar o avacalhado”), Tiririca se põe, à primeira vista, como mais um herdeiro do “voto Cacareco”.
Era, como se sabe, o nome do rinoceronte do zoológico paulistano que recebeu, em fins dos anos 1950, mais votos do que qualquer outro candidato a vereador, tornando-se um caso célebre de voto nulo e por isso sinônimo do voto de protesto.
Mas Tiririca não está no zoológico. Ele é um “puxador de votos”, a estrela do programa do PR. Sua galhofaria se destina a eleger -aí sim- uma boa bancada de rinocerontes do PR, o antigo PL, partido do mensaleiro (e também candidato) Valdemar Costa Neto. Tiririca não é um palhaço, é um biombo. Atrás dele, vão os verdadeiros artistas do circo fisiológico que o lulismo (e agora Dilma) alimenta.
Se você reparar na campanha do idiota útil na TV, verá que a propaganda exibe o nome de Mercadante, candidato a governador de SP. Tiririca não é, pois, um “outsider”, uma aberração avulsa do processo eleitoral, mas alguém estrategicamente patrocinado pelo bloco que detém hoje o poder hegemônico.
Escarnecendo da política para dela se beneficiar, Tiririca é menos uma ameaça individual do que a face caricata de um sistema político que se tornou imune aos escândalos em série que fabrica. Ele de certa forma realiza a profecia de Delúbio Soares, para quem o mensalão um dia iria virar “piada de salão”.
FERNANDO DE BARROS E SILVA, jornalista, em artigo para a Folha de São Paulo de 24/08/2010
Clipping do dia 25/08/2010
agosto 25th, 2010 § Deixe um comentário
Economia
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